LIVRO QUEM “VEI” EMBORA “FOI” EU SEU MOÇO! (livro I): “Retirante!” (01) PDF Jeremias Torres

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Resumo

O Profeta, a grande obra de Gilbran Khalil Gilbran, influenciou positivamente gerações, mas, nem por isso deixou de ser “bem” satirizada. Na obra, não tão grande assim, “O Proleta”, o autor seguiu a mesma linha do autor de O Profeta, só que… ao contrário! Mas, os fãs de o profeta, o perdoaram, afinal de contas o senso de humor, na literatura de vez e quando se faz necessário.A ideia de “Quem veio embora ‘foi’ eu, seu moço”, ao contrário da obra do outro autor citado, é séria, apesar de ter nascido de um título que autor aqui de São Paulo intitulou seu trabalho, mas, por eu ser indiretamente um dos protagonistas de toda síntese, me senti numa espécie de obrigação, de dar seguimento às explicações iniciais, devido a grandes prejuízos terem sido sentido e você há de concordar comigo, pois que, somente sabe a extensão da dor e do sofrimento quem sentiu a na própria pele e quem foi obrigado a passar pelas mesmas dificuldades, discriminação, segregação, desprezo, ódio…A humanidade hoje em dia, “prece sentir” o que aconteceu lá em “Auschwitz”, o campo de concentração nazistas, onde milhares de judeus perderam a vida, mas, somente os sobreviventes de lá, saberão descrever exatamente, sua sensação de por ali ter passado, o resto, o mundo, todo terá uma leve impressão. Usando o exemplo somente para demonstração, não havendo comparações entre as situações.Autor de inúmeros livros, gosto muito do escritor, mas, para falar do problema do nordestino propriamente dito e que foi durante todo o tempo e ainda é preterido, somente um nordestino nato para descrever “por dentro”, a emblemática toda e também explicar porque apesar de tudo, não seguiu a exposto naqueles programas, de televisão de “segunda categoria”, que colocavam os sujeitos e as sujeitas num avião e “área”, despachavam-nos para seu local de origem. Porque, às vezes não se volta para o lugar de onde saiu por não querer e sim, por não se ter para onde voltar. Simples assim.(…)Enquanto não vem o entendimento do que ocorre na vida, a criança se diverte com tudo até com a desgraça que ignora completamente!Uma das cenas mais degradantes que recorda de ter acompanhado pela televisão, foi aquela repórter cinematográfica, chutando um imigrante ilegal, que transportava um filho em seus braços e derrubando-o. Perdeu o emprego, mas, o gesto tresloucado demonstra em muito o que ocorre com a mente de um nacionalista defensor ferrenho dos interesses de seu país, ainda que, contra os Direitos Universais do Direito do Homem.A pobre criança no colo do pai agredido não faria a mínima ideia do que estaria acontecendo consigo e nem conseguiria mensurar o ódio contido na alma de uma outra pessoa, simplesmente porque, nascera em um país diferente, sua cultura é uma cultura diferente e seu ponto de vista não coincidência com os habitantes locais. Somente muito depois, conseguiria entender o porque de tudo aquilo e mesmo o tempo passando, possa ser que nem assim, o consiga.Para mim não houve alegria maior do que contemplar à noite, a grande metrópole iluminada!Um misto de deslumbramento, contentamento, êxtase, se passava em minha cabeça, ao ver ao longe a grande cidade.Acreditava eu, que por trás daquelas luzes, haveria tanta, tanta felicidade, que eu jamais sonhara antes e nunca teria tido antes…Passadas, quatro longas décadas e quase meia, ainda sofro os efeitos de uma política segregacionista e preconceituosa que existe em todas as camadas sociais das cidades do Sul, logicamente e no Sudeste do país!Não, não adianta contemporizar! Há ainda!E onde reside todo o “incômodo!”O “incômodo” existe o sentido pejorativo embutido em expressão discriminatória, uma vez que o tal indivíduo, objeto do ataque é tido como cidadão de segunda classe e tratado dessa maneira. Muitos não entendem a situação, não compreendem, mas, se tivessem um pequeno vislumbre (…)
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